sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O poder das palavras.

Um orador fala do poder do pensamento positivo e das palavras.Um participante levanta a mão e diz :
- Não é porque eu vou dizer felicidade, felicidade, felicidade !
que me irei sentir melhor e não é porque eu vou dizer infelicidade, infelicidade, infelicidade ! que me irei sentir menos bem : não são mais que palavras.
As palavras são isso mesmo, sem poder...O orador responde :- CALE-SE, SEU IDIOTA, É INCAPAZ DE COMPREENDER O QUE QUER QUE SEJA!
O participante está paralisado, ele muda de cor e prepara-se para replicar agressivamente:- Você, espécie de... O orador levanta a mão :- Peço que me desculpe.
Eu não quero magoar.
Peço que aceite as minhas sinceras desculpas.O PARTICIPANTE ACALMA-SE
OS OUTROS PARTICIPANTES MURMURAM E HÁ AGITAÇÃO NA SALA
O ORADOR INTERVÉM:
- Têm a resposta à questão que puseram: algumas palavras desencadeiam dentro de vos raiva e cólera. Outras vos acalmam.
Compreendem melhor o poder das palavras ?
autor desconhecido

o poder das palavras.

Quantas vezes já não falamos à alguém algo que não veio do coração ?
Que era só pra "fazer" um momento, e acabamos dando esperanças?
No fundo ainda não sabemos o poder que as palavras possuem sobre nossas vidas.
Palavras podem reconstruir uma vida, como também podem destruí-la.Quantas vezes nós já não ferimos pessoas ao qual amamos com palavras amargas, frias?
Se formos contar, com certeza perderíamos as contas.
O ser humano tem mania de falar sem pensar, ou na raiva soltar todos os ressentimentos guardados muitas vezes há anos.
Temos que parar um pouco pra pensar.
Será que vale à pena agirmos desta maneira?
Será que um momento vale muito mais que uma vida?
Quantas vezes por dia falamos ao próximo palavras de apoio, carinho, amor ?
Quantas vezes falamos o quanto ele é importante nas nossas vidas, o quanto sentimos sua falta quando ele não está presente ?
Talvez nenhuma, talvez uma vez.
Muito pouco.
As palavras têm um grande poder, elas podem deixar uma pessoa que está triste, alegre.
Já parou para pensar nisso?
Quantas vezes nós não estávamos tristes, e alguém se aproximou e nos falou palavras de ânimo que nos levantaram?
Um dia com certeza isso já aconteceu com você.
Que tal começarmos a usar as palavras para trazer alegria às pessoas que estão ao nosso redor?
Ajudando-as, confortando-as, fazendo-as sorrir! Podemos torná-las felizes, diferentes, especiais...

autor desconhecido

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O piquenique das tartarugas

Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique.

As tartarugas, sendo naturalmente lentas, levaram sete anos para prepararem-se para seu passeio.

Finalmente a família de tartarugas saiu de casa para procurar um lugar apropriado.
durante o segundo ano da viagem encontraram um lugar ideal!
Por aproximadamente seis meses limparam a área, desembalaram a cesta de piquenique e terminaram os arranjos.
Então descobriram que tinham esquecido o sal.
Um piquenique sem sal seria um desastre, todas concordaram.
Após uma longa discussão, a tartaruga mais nova foi escolhida para voltar em casa e pegar o sal, pois era a mais rápida das tartarugas.
A pequena tartaruga lamentou, chorou, e esperneou.
Concordou em ir mas com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse.
A família consentiu e a pequena tartaruga saiu.
Três anos se passaram e a pequena tartaruga não tinha retornado.
Cinco anos... Seis anos... Então, no sétimo ano de sua ausência, a tartaruga mais velha não
agüentava mais conter sua fome.
Anunciou que ia comer e começou a desembalar um sanduíche.
Nesta hora, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou, Viu!
Eu sabia que vocês não iam me esperar.
Agora que eu não vou mesmo buscar o sal.
Descontando os exageros da estória, na nossa vida as coisas acontecem mais ou menos da mesma forma.
Nós desperdiçamos nosso tempo esperando que as pessoas vivam à altura de nossas expectativas.


Autor desconhecido

O peso da cruz

Oitenta quilos pesava,
setenta e cinco ou oitenta,
a cruz que Ele carregava a
longa estrada poeirenta

Andava um pouco,

parava,
agora já não agüenta,
sangravam as mãos,
sangrava
todo corpo que a sustenta.
Caiu três vezes,

pesando sobre os seus ombros a cruz,
e os soldados o acoitando.
ai que peso Ele conduz!...
Exausto, ferido, exangue,

cabelos em desalinho,
escreve um poema de sangue,
no duro lenho de pinho.
O látego é duro e rude;
caiu De novo se ergueu.
já não á mais que o ajude,
já não vive o Cirineu.
Levanta.
Tomba de novo sujo de pó, machucado
sob os deboches do povo
e o sadismo do soldado.
Seu olhar quase se apaga,
não há gemido nem rogo,
arde o corpo como chama -vermelha
chaga de fogo.
Tem quatro metros de altura,
os braços dois metros tem.
Como o madeiro torturao menino de Belém!
Já não há palmas e festa
na mensagem dos caminhos e a coroa rasga a testa
com punhaladas de espinhos.
Mas o peso mais pesado que o
carpinteiro conduz
não é de pinho entalhado
na forma infame da cruz.
Não é o chicote ousa
doque cicatrizes produz
O que pesa é o meu pecado
Sobre os ombros de Jesus!

Autor: Desconhecido

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O pássaro encantado

Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais:
era encantado.
Os pássaros comuns, se a porta da gaiola estiver aberta, vão embora para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades.
Suas penas também eram diferentes.
Mudavam de cor.
Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores.
Trouxe, nas minhas penas, um pouco de encanto que eu vi, como presente para você.
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira.
Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
E de novo começavam as estórias.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia.
E o pássaro amava a menina, e por isso voltava sempre.
Mas chegava sempre uma hora de tristeza.
Tenho que ir, ele dizia.
- Por favor, não vá, fico tão triste, terei saudades e vou chorar.
Eu também terei saudades, dizia o pássaro.
Eu também vou chorar.
Mas eu vou lhe contar um segredo:
As plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios.
E o meu encanto precisa da saudade.
É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudades.
Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu.
A menina sozinha, chorava de tristeza à noite.
Imaginando se o pássaro voltaria.
E foi numa destas noites que ela teve uma idéia malvada.
Se eu prender numa gaiola, ele nunca mais partirá, será meu para sempre.
Nunca mais terei saudades, e ficarei feliz.
Com estes pensamentos comprou uma linda gaiola, própria para um pássaro que se ama muito.
E ficou à espera.
Finalmente ele chegou maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem adormeceu.
Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse.
E adormeceu feliz, foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.
Ah! Menina.
Que é que você fez?
Quebrou-se o encanto.
Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias.
Sem saudade, o amor irá embora.
A menina não acreditou, pensou que ele acabaria por se acostumar;
Mas isto não aconteceu.
O tempo ia passando, e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste.
E veio o silêncio, deixou de cantar
Também a menina se entristeceu, não, aquele não era o pássaro que ela amava.
E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo.
Até que não mais agüentou.
Abriu a porta da gaiola. Pode ir, pássaro, volte quando quiser.
Obrigado, menina.
É, eu tenho que partir.
É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começaram a crescer dentro da gente.
Sempre que você ficar com saudades, eu ficarei mais bonito.
Sempre que eu ficar com saudades, você ficará mais bonita. E você se enfeitará para me esperar.
E partiu.
Voou que voou para lugares distantes.
A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia.
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo.
E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos; e penteava seus cabelos, colocava flores nos vasos.
nunca se sabe.
Pode ser que ele volte hoje.
Sem que Lea percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro, porque em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar ele haveria de voltar.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama.
e foi assim que ela, cada noite ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento.
Quem sabe ele voltará amanhã
E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.

O paradoxo do nosso tempo

Hoje temos edifícios mais altos,
mas pavios mais curtos.
Temos auto-estradas mais largas,
mas pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais,
mas temos menos.

Compramos mais,
mas desfrutamos menos.

Temos casas maiores
e famílias menores.
Temos mais conhecimento e
menos poder de julgamento.
Temos mais medicina
e menos saúde.
Hoje bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma excessiva, rimos de menos,

dirigimos rápido demais, nos irritamos facilmente.
Ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais.
Multiplicamos nossas posses,
mas reduzimos nossos valores.
Falamos demais,
amamos raramente
e odiamos com freqüência.
Aprendemos a ganhar a vida,
mas não vivemos essa vida.
Fazemos coisas maiores,
mas não coisas melhores.
Limpamos o ar,
mas poluímos a alma.
Escrevemos mais,
mas aprendemos menos.
Planejamos mais,
mas realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo,
mas não a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos,
mas menos padrão moral.
Temos avanços na quantidade,
mas não na qualidade.
Esses são tempos de refeições rápidas
e digestão lenta.
De homens altos
e caráter baixo.
De lucros expressivos
mas relacionamentos rasos.
Mais lazer,
mas menos diversão.
Maior variedade de tipos de comida,
mas menos nutrição.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis,
moralidade também descartável e pílulas que fazem tudo: alegrar, aquietar, matar.
Autor desconhecido.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

O ovo de Colombo

Conta-se que em uma ocasião, Cristóvão Colombo foi convidado para um banquete onde lhe haviam designado como é natural, um posto de honra.

Um dos convidados era um cortesão que estava muito enciumado com o grande descobridor

E quando teve a oportunidade dirigiu-se a ele e lhe perguntou de uma forma um tanto impertinente: Se você não tivesse descoberto a América, por acaso não existem outros homens na Espanha que poderiam fazê-lo.

Colombo preferiu não responder diretamente àquele homem.

Propôs-lhe uma prova antológica:

Levantou-se, pegou um ovo de galinha fresco e convidou a todos os presentes que tentassem colocá-lo de forma que se mantivesse em pé sobre um dos seus extremos.

A ocorrência teve bastante aceitação.

Quase todos os presentes entraram logo naquele jogo e tentaram um após o outro, uns com mais, outros com menos convicção, ante o olhar atento dos demais.

Mas passava o tempo e ninguém conseguia descobrir a maneira de conseguir que aquele ovo danado mantivesse o equilíbrio.

Finalmente Colombo se pôs em pé, com ar solene, se aproximou, pegou o ovo e o bateu levemente contra a superfície da mesa até que quebrou um pouco da casca de uma das pontas e graças a este pequeno achatamento o ovo se manteve perfeitamente na posição vertical.

Claro que desta maneira qualquer um pode fazê-lo!

- objetou um pouco alterado, o cortesão.

Sim qualquer um.

Mas "qualquer um" ao que se lhe tivesse ocorrido fazê-lo.

E acrescentou:
- Uma vez eu mostrei o caminho ao Novo Mundo, qualquer um poderá segui-lo.

Mas alguém teve antes que ter a idéia.

E alguém teve depois, que decidir-se a colocá-la em prática.

Esta velha e conhecida anedota tem ultrapassado os séculos e levado a formar a expressão de O Ovo de Colombo, para referir-se a soluções aparentemente muito naturais, sim, mas.
Alguém teria que ter pensado nelas, e alguém depois teve que decidir-se a fazê-las.

Autor desconhecido

O oleiro e o poeta.

Há muito tempo, em uma cidade, ocorreu uma rixa entre um jovem poeta e um oleiro.

Para evitar que o tumulto se agravasse, eles foram levados à presença do juiz do lugar.

O juiz, homem íntegro e bondoso, interrogou primeiramente o oleiro, que parecia muito exaltado.

- disseram que o senhor foi agredido.

- sim senhor – confirmou o oleiro- fui agredido em minha própria casa por este poeta.

Eu estava como de costume, trabalhando em minha oficina, quando ouvi um ruído e a seguir um baque.

Quando fui a janela pude constatar que este senhor havia atirado uma pedra com violência, que partiu um dos vasos que estava a secar perto da porta.

Exijo uma indenização- gritava o oleiro.

O juiz voltou-se para o poeta e perguntou-lhe serenamente.

- como justifica o seu estranho proceder?

- senhor juiz, o caso é simples, há três dias eu passei pela frente da casa do oleiro, quando percebi que ele declamava um dos meus poemas, notei com tristeza que os versos estavam errados. Meus poemas eram mutilados pelo oleiro.

Aproximei-me dele e ensinei-lhe a declamá-lo da forma correta, o que fez sem grande dificuldade.
No dia seguinte, passei pelo mesmo lugar e ouvi novamente o oleiro a repetir os mesmos versos de forma errada.

Cheio de paciência tornei a ensinar-lhe a maneira correta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los.

Hoje, finalmente, eu regressava do trabalho quando, ao passar diante da casa dele, percebi que declamava minha poesia estropiando as rimas e mutilando vergonhosamente os versos.

Apanhei uma pedra e parti com ela um de seus vasos, como vê meu comportamento nada mais é do que uma represália pela conduta do oleiro.

Ao ouvir as alegações do poeta, o juiz dirigiu-se ao oleiro e declarou, que esse caso sirva de lição para o futuro.
Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros artistas respeitem as suas.
Se você equivocadamente julgava-se no direito de quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoisticamente no direito de quebrar o seu vaso.

E a sentença foi a seguinte, determino que o oleiro fabrique um novo vaso de linhas perfeitas e cores harmoniosas, no qual o poeta escreverá um de seus lindos versos.

Este vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela venda deverá ser dividida em partes iguais entre ambos.

A notícia sobre a forma inesperada como o sábio juiz resolveu a disputa se espalhou rapidamente.

Foram vendidos muitos vaso adornados com os versos do poeta.

Em pouco tempo os dois prosperaram muito.

Tornaram-se amigos e casa qual passou a respeitar e admirar o trabalho do outro
Autor desconhecido

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Obstáculo..

Um grande sábio possuía três filhos jovens.
Inteligentes e consagrados a sabedoria.
Em certa manhã eles, eles comentavam a propósito do obstáculo mais difícil no grande caminho da vida.
No auge da discussão, prevendo talvez conseqüências desagradáveis, o genitor benevolente chamou-os a si e confiou-lhes curiosa tarefa.
Iriam os três ao palácio do príncipe governante, conduzindo algumas dádivas que muito lhes honraria o espírito de cordialidade e gentileza.
O primeiro seria o portador de rico vaso de argila preciosa.
O segundo levaria uma corça rara.
O terceiro transportaria um bolo primoroso da família.
O trio recebeu a missão com entusiasmo e promessa de serviço para a pequena viagem de três milhas, no entanto, no meio do caminho, começaram a discutir:
O que levava o vaso, não concordou com a maneira pela qual o irmão puxava a corça delicada, e o responsável pelo animal dava instruções ao que levava o bolo, a fim de que não tropeçasse, perdendo o manjar, este aconselhava o que levava o vaso valioso, para que não caísse.
O pequeno grupo seguia estrada a fora, com dificuldade, porque cada um permanecia atento aos deveres que diziam respeito aos outros, com observações calorosa e incessantes.
Em dado momento, o que conduzia o animal, parou, a fim de consertar a posição da peça de argila nos braços do irmão, e o vaso, caiu e se espatifou no chão.
Com o barulho, o irmão distraído, perdeu o comando do animal, que foge espantado.
O irmão que carrega o bolo, tentando segurar o animal, e o bolo cai no chão.
Irritados e desapontados, os três rapazes voltam a presença do pai, apresentando cada um a sua desculpa de derrota.
O pai, porém, sorriu e explicou-lhes.
- aproveitem o ensinamento da estrada.
Se cada um estivesse vigilante na própria tarefa, não colheriam as sombras do fracasso.

A maior dificuldade que encontramos no mundo, é que cada homem deve cuidar de seus próprios deveres, sem interferir nos deveres alheios.

Autor desconhecido

O mestre e a vaquinha

Um Mestre muito sábio passeava por uma floresta com seu fiel discípulo quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita.
Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira e os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas.
então se aproximou do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou:
- Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho; como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?
E o senhor calmamente respondeu:
- meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias.
Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, etc.
para o nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo.
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora.
No meio do caminho, voltou-se para o seu fiel discípulo e ordenou:
- Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a lá pra baixo.
O jovem arregalou os olhos espantados e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família.
Mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem.
Assim empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.
Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo para aquela família, pedir perdão e ajudá-los no que fosse possível.
E assim fez, quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim.
Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver; apertou o passo e chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático, perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu:
- Esta família continua morando aqui e eles são os donos de tudo isso!
Espantado ele entrou correndo na casa; e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre.
Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):
- Como o senhor melhorou este sítio! Como vocês ficaram tão bem de vida?
E o senhor entusiasmado, respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu, daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.

domingo, 26 de outubro de 2008

O melhor de você

A melhor coisa que você pode dar ao inimigo é o seu perdão

Ao adversário, sua tolerância

Ao amigo, sua atenção

Aos filhos, bons exemplos

Ao pai, sua consideração

A mãe, comportamento que a faça sentir orgulhosa

A todos os homens, caridade

A você próprio respeito


Benjamin Franklin

O mandarim e o alfaiate.

Um dia um homem recebeu a notícia de que acabara de ser nomeado mandarim.
Ficou tão eufórico que quase não se conteve.
- serei um grande homem agora, disse a um amigo
– preciso de roupas novas imediatamente, roupas que faça jus à minha nova posição na vida.
Conheço o alfaiate perfeito para você, replicou o amigo
– é um velho sábio que sabe dar a cada cliente o corte perfeito.
Vou lhe dar o endereço.
E o novo mandarim foi ao alfaiate, que cuidadosamente tirou suas medidas.
Depois de guardar a fita métrica, o homem disse:
Há mais uma informação que preciso ter.
há quanto tempo o senhor é mandarim?
- ora o que isso tem a ver com a medida do meu manto? – perguntou o cliente surpreso.
Não posso fazê-lo sem obter informações senhor.
É que um mandarim recém-nomeado fica tão deslumbrado com o cargo que mantém a cabeça altiva, ergue o nariz e estufa o peito.
Assim sendo tenho que fazer a parte da frente maior que a de trás.
Ano mais tarde, quando está ocupado com o seu trabalho e os transtornos advindos da experiência o tornam sensato, e olha adiante para ver o que vem em sua direção e o que precise ser feito a seguir, aí então eu costuro manto de modo que a parte da frente e a de trás tenham o mesmo comprimento.
E mais tarde, depois que o senhor está curvado pela idade e pelos anos de trabalho cansativo, sem mencionar a humildade adquirida através de uma vida de esforços, então faço o manto de modo que as costas fiquem mais longas que a frente.
Portanto, tenho que saber há quanto tempo o senhor está no cargo para que a roupa lhe assente apropriadamente.
O novo mandarim saiu da loja pensando menos no manto e mais no motivo que levara seu amigo a mandá-lo procurar exatamente aquele alfaiate.
Autor desconhecido

sábado, 25 de outubro de 2008

O Lixo emocional

Existe um lixo emocional.

Ele é produzido nas usinas de nosso pensamento, enquanto crescemos interiormente.

São emoções que passaram por nossa vida e nos ajudaram, mas que não têm mais utilidade.

São sentimentos que foram importantes no passado, não no presente.

São recordações de dor que nos amadureceram e que agora não servem para nada.

Não podemos carregar este lixo.

Ele foi feito para ser jogado fora.

E, no entanto, apegados aos nossos sentimentos antigos, ficamos com pena de deixá-los.

Enchemos nosso porão espiritual com uma quantidade imensa de memórias inúteis, que ofuscam as lembranças importantes.

Não procure sentir coisas que você não está sentindo mais.

Não procure ser como você era.

Você está mudando.

Permita que seus sentimentos o acompanhem.
Autor desconhecido.

O lenhador

Existiu um Lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.
Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.
Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.
Os vizinhos do Lenhador alertavam que a Raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável.
Quando ela sentisse fome comeria a criança.
O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem.
A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam:- Lenhador abra os olhos! A Raposa vai comer seu filho.
- Quando sentir fome comerá seu filho!
Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, ao chegar a casa viu a Raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensangüentada .
O Lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa .
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta .
O Lenhador enterrou o Machado e a Raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito,
Siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar...
Autor desconhecido

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

O julgamento

Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco...
Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia:
- Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa.
E como se pode vender uma pessoa, um amigo?
O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo.
Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
A aldeia inteira se reuniu, e disseram:
- Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado.
Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça.
O velho disse:
- Não cheguem a tanto.
Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira.
Este é o fato, o resto é julgamento.
Trata-se de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este e apenas um julgamento.
Quem pode saber o que vai se seguir?
As pessoas riram do velho.
Elas sempre souberam que ele era um pouco louco.
Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou.
Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta.
E não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:
- Velho você estava certo.
Não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser um benção.
O velho disse:
- Vocês estão se adiantando mais uma vez.
Apenas digam que o cavalo está de volta.
Quem sabe se e uma benção ou não?
Este e apenas um fragmento.
Você lê uma única palavra de uma sentença
- como pode julgar todo o livro?
Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente sabiam que ele estava errado.
Doze lindos cavalos tinham vindo.
O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens.
Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez julgaram, elas disseram:
- Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça.
Seu único filho perdeu o uso das pernas, e na sua velhice ele era seu único amparo.
Agora você está mais pobre do que nunca.
O velho disse.
- Vocês estão obcecados por julgamento.
Não se adiantem tanto.
Digam apenas que meu filho fraturou as pernas.
Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção.
A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado.
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o pais entrou em guerra, e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistar.
Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois se recuperava das fraturas.
A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria.
eles vieram até o velho e disseram:
- Você tinha razão, velho
- aquilo se revelou uma benção.
Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você.
Nossos filhos foram-se para sempre.
O velho disse:
- Vocês continuam julgando.
Ninguém sabe! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi.
Mas somente Deus sabe se isso é uma benção ou uma desgraça. Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará um com a totalidade.
Você ficará obcecado com fragmentos, pulará para as conclusões a partir de coisas pequenas.
Quando você julga você deixa de crescer.
Julgamento significa um estado mental estagnado.
E a mente deseja julgar, por estar em um processo que é sempre arriscado e desconfortável.
Na verdade, a jornada nunca chega ao fim.
Um caminho termina e outro começa: uma porta se fecha, outra se abre.
Você atinge um pico, sempre existirá um pico mais alto.
Aqueles que não julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e de nele crescer.
somente eles são capazes de caminhar com Deus.
Na próxima vez que você for tirar alguma conclusão apressada sobre um assunto ou sobre uma pessoa, lembre-se desta mensagem

O homem e a borboleta

Certo dia um homem encontrou um casulo de borboleta e notou que a borboleta se esforçava em sair por uma pequena abertura daquele casulo, o homem sentou-se e começou a observar a borboleta durante várias horas. Ele notou que ela se empenhava arduamente, com toda a sua força, em passar o seu corpo por aquele pequeno buraco.
Então a borboleta aparentemente desistiu de fazer qualquer esforço. Parecia ter ido até o limite das suas forças, visto não ter conseguido ir mais além.
Como o homem estava decidido a ajudar a borboleta, pegou uma tesoura e começou a esburacar o que restava do casulo.
Deste modo, a borboleta libertou-se facilmente.
Mas ela tinha um corpo muito frágil e asas pequenas e impotentes.
O homem continuou a observar a borboleta, esperando que, a qualquer momento, as asas crescessem e se expandissem de modo a poderem suportar o corpo.
Mas nada aconteceu!
De fato, a borboleta ficou o resto da sua vida arrastando-se às voltas, com um corpo frágil e asas impotentes.
Nunca mais seria capaz de voar sozinha!!O que o homem, na sua bondade e dedicação, não conseguia compreender é que a minúscula e restritiva abertura do casulo é necessária para que a borboleta transfira o fluido do seu corpo para as suas asas.
Desta maneira, estaria pronta para voar, assim que conseguisse libertar-se do casulo.
autor desconhecido

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O gerente e o líder

O gerente administra, o líder inova


O gerente conserva, o líder desenvolve


O gerente apóia em sistemas, o líder em pessoas


O gerente conta com controles, o líder em confiança.


O gerente faz certo as coisas, o líder faz a coisa certa.



Revista fortune

O galo e a raposa.

um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-se numa árvore.
A raposa desapontada pensou.
“deixe estar, seu malandro, que já te pego”
e em voz alta:
- amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais.
Lobo e cordeiros, gavião e pinto, onça e veado, raposa e galinhas, todos os bichos andam agora aos beijos, como namorados.
Desça desse poleiro e venha receber o meu abraço de paz e amor.
- muito bem – exclama o galo
- não imagina como tal noticia me alegra.
Que beleza vai ficar todo mundo limpo de guerras, crueldade e traições.
Vou descer para abraçar a amiga raposa, mas como lá vem vindo três cachorros, acho bom espera-los, para que também eles tomem parte na confraternização.
Ao ouvir falar em cachorro.
Dona raposa não quis saber de história, e tratou de pôr-se aos fresco, dizendo.
- infelizmente, amigo, tenho pressa e não posso esperar pelos amigos cães.
Fica para outra vez, sim? Até logo.
E saiu correndo.
Contra a esperteza, esperteza e meia.
Monteiro lobato.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O futuro

Não pense em ter um futuro ruim.
Nunca afirme não é possível ser feliz, nada de bom pode me acontecer”. “o ruim sempre me aparece” e assim por diante.
Na mente presa ao negativo, predominam as imagens de dificuldade sobre as de progresso e alegria, então afirme:
tenho forças para tudo vencer, e nada me prejudicará” e “é fácil as coisas virem até mim”.
Quando voltada para a confiança, a calma a esperança, a mente faz surgir o bem que nõ que vai vir.

Pense positivamente
O bom futuro é o fruto do bom agir de hoje.
Desconheço o autor.

O fusquinha vermelho

Um amigo meu conta a historia de uma mulher que comprou um fusquinha vermelho.
Certo dia levou os filhos ao zoológico. Estacionou o carro perto do show dos elefantes. Ao retornar, à tarde, teve a horrível surpresa de ver a capota e os lados do carro amassados.
Seu espanto aumentou ao ouvir dizer que, durante o dia, um elefante havia escapado.
Como parte do seu ato, ele devia colocar as patas sobre um tambor vermelho.
Diligentemente, após anos de treino, o elefante havia posto as patas em cima do fusquinha!
A mulher estava desesperada.
As autoridades do zoológico lhe asseguraram que assumiriam a despesa do conserto do veículo.
À caminho de casa, um guarda a deteve acusando-a de haver deixado o local de um acidente.
Ele viu o dano, mas não tinha conhecimento das circunstâncias. "Mas, seu guarda, não sofri nenhum acidente!" exclamou a mulher.
Um elefante pôs as patas em cima do meu carro.
A reação do policial foi aplicar-lhe um teste para ver se ela estava bêbada e a seguir levá-la para a delegacia mais próxima.
O senhor não compreende!
Por favor, telefone para o zoológico!
foi o pedido da mulher ao sargento de serviço.
Afinal, ele telefonou e as autoridades confirmaram que a mulher dizia a verdade.
Envergonhado, o sargento pediu desculpas e a deixou ir.
A história dessa mulher é um exemplo extremo da falta de comunicação, mas algumas das contradições de nossas próprias palavras e vida não são menos difíceis de acreditar.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

O furo do barco.

Um homem foi chamado a praia para pintar um barco.
Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintura do mesmo, com um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.
Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco.
Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo.
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque.
O pintor ficou surpreso.
O senhor já me pagou pela pintura do barco – disse ele.
Mas isso não é pelo trabalho de pintura.
É por ter consertado o vazamento do barco.
Ah! Mas foi um serviço tão pequeno, certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante.
Meu caro amigo você não compreende.
Deixe-me contar-lhe o que aconteceu.
Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento, quando o barco secou, meus filhos saíram para uma pescaria, eu não estava em casa naquele momento.
Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo.
Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos.
Então, examinei o barco constatei que você o havia consertado.
Percebe agora o que fez?
Salvou a vida dos meus filhos!
Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua pequena boa ação.

Não importa para quem, quando ou de que maneira, mas ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os vazamentos que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.

Autor desconhecido

O ferreiro.

Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos, resolveu entregar sua alma a Deus.
Durante muitos anos trabalhou com afinidade, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação, nada parecia dar certo na sua vida.
Muito pelo contrário:
seus problemas e dívidas acumulavam- se cada vez mais
Uma bela tarde, um amigo que o visitara
- e que se compadecia de sua situação difícil, comentou:
É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual nada tem melhorado”.
O ferreiro não respondeu imediatamente.
Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.
Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava.
Eis o que disse o ferreiro: eu recebo nesta oficina aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espada, você sabe como isto é feito?
Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha.
Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada em um balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura.
Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é o suficiente.
O ferreiro deu uma longa pausa, acendeu um cigarro e continuou: Às vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue agüentar esse tratamento.
O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada.
Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.
Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições.
Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço.
Mas a única coisa que peço é:
Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim.
Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser
- mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas.
Autor: Desconhecido

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

O falso êxtase

Um homem costumava experimentar uma excitação emotiva que lhe dava externamente aparência de ter entrado em êxtase.
O mestre alertou para o perigo das aparências dizendo:
- no verdadeiro êxtase, mergulhamos nas regiões mais profundas de nosso próprio ser e ficamos completamente imóveis.
Mas aqui não vemos isto.
Esta classe de êxtase pode ser comparada a uma colher de leite que se põe a ferver numa grande panela.
Retirada a panela do fogo, não se encontra dentro dela nem uma gota sequer, pois a pequena quantidade de leite aderiu às paredes internas da panela

O duelo

Certo dia, a pedra disse:
Eu sou forte!
Ouvindo isso, o ferro disse:
Eu sou mais forte que você!
Quer ver?
então, os dois duelaram até que a pedra ser tornasse pó

O ferro, por sua vez, disse:
Eu sou forte!
Ouvindo isso, o fogo disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então os dois duelaram ate que o ferro se derretesse.
O fogo, por sua vez, disse:
Eu sou forte!
Ouvindo isso, a água disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então, os dois duelaram ate que o fogo se apagasse.
A água, por sua vez, disse:
Eu sou forte!
Ouvindo isso, a nuvem disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então, as duas duelaram ate que nuvem fez a água evaporar.
A nuvem, por sua vez, disse:
Eu sou forte!
Ouvindo isso, o vento disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então, os dois duelaram
ate que o vento soprasse a nuvem e ela se desfizesse.
O vento, por sua vez, disse:
Eu sou forte!
Ouvindo isso, os montes disseram:
Nos somos mais fortes que você! Quer ver?
Então, os dois duelaram ate que o vento ficasse preso dentre o círculo de montes.
Os montes, por sua vez, disseram:
Nós somos fortes!
Ouvindo isso, o homem disse:
Eu sou mais forte que vocês! Querem ver?
Então, o homem, dotado de grande inteligência, perfurou os montes, impedindo que eles prendessem o vento.
Acabando com o poder dos montes, o homem disse:
Eu sou a criatura mais forte que existe!
Ate que veio a morte e o homem, que achava ser inteligente e forte suficiente, com um golpe apenas, acabou com o homem.
A morte ainda comemorava, quando, sem que ela esperasse, um homem chamado "JESUS" veio e, com apenas 3 dias, venceu a morte e todo o poder foi lhe dado na terra como no céu.
Como se não bastasse ter vencido a morte, ele nos deu o direito de ter "vida eterna", através do seu sangue, que nos liberta de qualquer pecado.