sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Os três conselhos

Um casal de jovens recém casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior.
Um dia o marido fez uma proposta à esposa:
- Querida eu vou sair de casa e vou viajar para bem distante, arrumar um emprego e trabalhar até que eu tenha condições de voltar e dar a você uma vida mais digna e confortável.
Não sei quanto tempo vou ficar longe de casa, só peço uma coisa: que você me espere e, enquanto eu estiver fora, seja fiel a mim que eu serei fiel a você.
Assim sendo o jovem saiu.
Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudar em sua fazenda.
Ele se ofereceu para trabalhar, e foi aceito. Sendo assim, le propôs um pacto ao patrão:
- patrão eu peço só uma coisa para o senhor.
Deixe-me trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que eu devo ir embora o senhor me dispensa das minhas obrigações.
Não quero receber o meu salário, quero que o Senhor o coloque na poupança até o dia que eu sair daqui.
No dia em que eu sair o Senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho.
tudo combinado, aquele jovem trabalhou muito sem férias e sem descanso.
Depois de vinte anos ele chegou para o seu patrão e lhe disse:
- patrão eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para minha casa.
O patrão então lhe disse:
- Tudo bem, nós fizemos um pacto e eu vou cumprir, só que antes eu quero lhe fazer uma proposta, curioso ele pergunta:
- qual a proposta e seu patrão lhe diz:
- eu lhe dou todo seu dinheiro e você vai embora ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro e você vai embora.
Se eu lhe der o dinheiro não dou os conselhos e se lhe dou os conselhos não dou o dinheiro.
Vai pro seu quarto, pensa e depois me dá a resposta.
O rapaz pensou durante dois dias, depois procurou o patrão e lhe disse:
- eu quero os três conselhos.
- se lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro.
- quero os conselhos.
O patrão então falou:
1- Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecido podem custar a sua vida.
2- Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal pode ser mortal.
3- Nunca tome decisões em momentos de ódio e de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.
Após dar os três conselhos o patrão disse ao rapaz que já não era tão jovem assim:
- Aqui você tem três pães, dois são para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com a sua esposa quando chegar em casa.
O rapaz seguiu o seu caminho de volta para casa, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava. Andou durante o primeiro dia e encontrou um viajante que o cumprimentou e lhe perguntou:
- pra onde você vai?
- vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada.
- Rapaz, esse caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez vezes menor e você vai chegar em poucos dias.
O rapaz ficou contente e começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho do seu patrão.
"Nunca tome atalhos em sua vida,caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida".
Então voltou e seguiu o seu caminho.
Dias depois ele soube que aquilo era uma emboscada.
Depois de alguns dias de viagem, achou uma pensão na beira da estrada onde pôde hospedar-se.
De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor e muito barulho.
Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para sair.
Quando lembrou do segundo conselho:
" Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal pode ser mortal".
Voltou, deitou-se e dormiu.
Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que sim
- Então por que não ver o que era, não ficou curioso?
Ele disse que não.
Então o hospedeiro lhe falou:
- Você é o único que sai vivo daqui, um louco gritou durante a noite e quando os hóspede saia ele o matava.
O rapaz seguiu seu caminho e depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça da sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa.
O dia estava escurecendo, mas ele pode ver que a sua esposa não estava só.
Andou mais um pouco e viu que ela tinha sentado no colo de um homem a quem estava acariciando os cabelos.
Ao ver aquela cena o seu coração se encheu de ódio e amargura e ele decidiu matar os dois sem piedade.
Apressou os passos, quando se lembrou do terceiro conselho: "Nunca tome decisões em momentos de ódio e de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais".
Então ele parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo. Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse:
- Não vou matar minha esposa e nem o seu amante.
Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que antes eu quero dizer para a minha esposa que eu fui fiel a ela.
Dirigiu-se à porta da casa e bateu.
Dirigiu-se à porta da casa e bateu.
Ao abrir a porta esposa reconhece o seu marido e se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente.
Ele tenta afastá-la, mas não consegue, tamanha a felicidade dela. Então com lágrima ele lhe diz:
- eu fui fiel a você e você me traiu.
- como? Eu lhe traí, o esperei durante esses vinte anos.
- e aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?
- Aquele homem é nosso filho.
Quando você foi embora eu descobri que estava grávida e hoje ele está com vinte anos de idade.
Então ele conheceu e abraçou seu filho, contou-lhes toda a sua história enquanto a esposa preparava o café e sentaram-se para tomar o café e comer o ultimo pão.
Após a oração de agradecimento e lágrimas de emoção ele parte o pão, e ao parti-lo, ali estava todo o seu dinheiro.
Autor desconhecido

Os gansos selvagens

Quando os gansos selvagens voam em formação "V"Eles o fazem a uma velocidade 70% maior do que se estivessem sozinhos.
Eles trabalham em Equipe.
Quando o ganso que estiver no ápice do "V" se cansa ele passa para trás da formação e outro se adianta para assumir a ponta.
Eles partilham a Liderança.Quando algum ganso diminui a velocidade os que vão atrás grasnam encorajando os que estão à frente
Eles são Amigos.
Quando um deles, por doença ou fraqueza, sai de formação outro, no mínimo, se junta a ele, passando a ajudá-lo e protegê-lo.
Eles são Solidários.
Sendo parte de uma equipe nós podemos produzir muito mais e mais rapidamente.
A qualquer instante também podemos estar sendo indicados para liderar o grupo.
Palavras de encorajamento e apoio inspiram e energizam aqueles que estão na linha de frente,ajudando-os a se manter no comando mesmo com as pressões e o cansaço do dia-a-dia.
E, finalmente mostrar compaixão e carinho afetivo por nossos semelhante sé uma virtude que devemos cultivar em nossos corações.
Da próxima vez, ao ver uma formação de gansos voando,lembre-se É uma recompensa Um desafio e um privilégio ser membro da maior e mais importante equipe do Universo
A HUMANIDADE

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Os dois ratinhos

Certa vez andando dois ratinhos com fome na cozinha, procurando algo para comer, de repente caem dentro de um jarro com leite. Logo começaram a bater as patinhas, para se salvarem, mas um deles não vendo esperança de salvação, desistiu e afundou.
No dia seguinte, observa-se o outro ratinho passeando pelos quartos da casa.
Como isso? Pois é
O outro ratinho bateu tanto as perninhas, que o leite transformou-se em manteiga, possibilitando uma saída fácil do jarro.
Ou seja, nunca diga nunca
Nunca desista de uma luta pela salvaçãoMesmo que a situação se mostre difícil demais, quase impossível de resolver.

Olimpíadas de Seattle

Há alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para largada da corrida dos 100 metros rasos,
Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.
Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar.
Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles.
Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: - “pronto vai sarar”.
E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.
Talvez os atletas fossem deficientes mentais... Mas, com certeza, não eram deficientes da sensibilidade... Por que? Porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho.
O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso
Autor desconhecido

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Olhos fixos.

Um adolescente foi castigado por seus pais várias vezes, porque vivia errando.
Chegou à conclusão de que não conseguiria se corrigir, assim dirigiu-se ao diretor de seu colégio e humildemente perguntou:
- Professor, o que devo fazer para não cometer esses erros novamente? Tenho me esforçado, mas não estou conseguindo.
O mestre então, sabiamente, tomou um copo, encheu-o de água e entregou-o ao jovem, dizendo:
filho, ande com esse copo por todo o colégio, entre em todas as salas, suba e desça todas as escadas,entre em todos os cantos e becos, nos jardins,no sótão e volte aqui sem derramar uma só gota dessa água. Impossível não vou conseguir.
Disse o jovem.
- se você quiser vai conseguir sim- disse o mestre.
O jovem saiu, devagar, com os olhos fixos no copo. Subiu e desceu escadas, entrou e saiu das salas, cantos e becos, sótão, jardins, e voltou sem ter derramado a água.
O mestre olha-o, bate-lhe nos ombros carinhosamente e lhe diz:
- não viu as garotas que passeavam pelo jardim no horário de aulas?
- não viu seus colegas que estavam bebendo, ou aqueles que estavam fumando?
- não – respondeu o jovem – eu estava com os olhos fixos no copo.
O mestre sorri, e diz: Se você fixar os olhos em Deus, como fez com o copo, terá a força que tanto precisa para vencer as tentações e não cometerá mais as faltas pelas quais tem sido casticado.
Olhe para Deus, e deixe-o ser o rumo da sua vida! Só Ele pode dar um sentido especial para o seu viver.
Autor desconhecido.

Oito presentes

Oito presentes que não custam um centavo.

O PRESENTE ESCUTAR.
Mas você deve realmente escutar. Sem interrupção, sem distração, sem planejar sua resposta.
Apenas escutar.
O PRESENTE AFEIÇÃO.
Seja generoso com abraços, beijos, tapinhas nas costas e aperto de mãos. Deixe estas pequenas ações demonstrarem o amor que você tem por família e amigos.
O PRESENTE SORRISO.
Junte alguns desenhos.
Compartilhe artigos e histórias engraçadas.
Seu presente será dizer, "Eu adoro rir com você."
O PRESENTE BILHETINHO.
Pode ser um simples bilhete de "Muito obrigado por sua ajuda" ou um soneto completo.
Um breve bilhete escrito à mão pode ser lembrado pelo resto da vida, e pode mesmo mudar uma vida.
O PRESENTE ELOGIO.
Um simples e sincero “Você ficou muito bem de vermelho", "Você fez um super trabalho" ou "Que comida maravilhosa" faz o dia de alguém.
O PRESENTE FAVOR.
Todo dia, faça algo amável.
O PRESENTE SOLIDÃO.
Tem momentos em que nós não queremos nada mais do que ficar sozinhos.
Seja sensível à esses momentos e dê o presente da solidão ao outro.
O PRESENTE DISPOSIÇÃO.
A maneira mais fácil de sentir-se bem é colocar-se à disposição de alguém, e isso não é difícil de ser feito.
Autor desconhecido

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Ofendendo-se

As pessoas maduras não se abalam por causa de comentários indelicados de outras pessoas.
De vez em quando as pessoas dizem coisas para nos testar e fazem comentários do tipo:
"você não trabalha duro!" ou "você come demais!" ou ainda "todo mundo sabe que você casou com ele por dinheiro!".

Às vezes, essas coisas são ditas por inveja, mas com freqüência, são ditas para provocar uma reação.
Qualquer que seja o motivo, a melhor maneira de lidar com isso é sorrir e, ou não dizer nada, ou concordar com a pessoa.
Assim sendo, da próxima vez que seu vizinho o vir em seu carro novo e disser: "você não trabalha quase nada e, ainda assim, eles lhe pagam uma fortuna!", simplesmente sorria e responda:

"não é maravilhoso?".
Você não tem de explicar nada sobre suas responsabilidades e sobre o tempo que fica "ralando" no trabalho.

Não precisa justificar. Apenas sorria e deixe isso para lá.
Quando a sua cunhada observar coisas do tipo:

"você está sempre tirando férias!", concorde com ela.
Diga: "sim, adoro tirar férias!".
Se o seu primo disser: "puxa, você deve ter gasto uma nota nessa piscina", sorria e fale: "pode apostar que sim.
É que detesto piscinas baratas"!
Não se deixe perturbar.

Você não vai ganhar nada discutindo com seu primo, sua cunhada, seu vizinho ou com quem quer que seja.
Quando encontrar com pessoas assim, concorde com elas de uma maneira gentilmente natural. Se você começar a tentar se defender, estará frito.
Em poucas palavras: somente pessoas que "pensa pequeno” fazem comentários desagradáveis; e somente pessoas que também "pensam pequeno" se ofendem.

Seja alguém que "pensa grande".

Autor desconhecido

Oceanos.

Os oceanos são feitos de gotas d'água.
Para ser ouvido, fale, para ser compreendido, exponha claramente suas idéias sem jamais abrir mão daquelas que julga fundamental apenas para que os outros o aceitem.
Acima de tudo, busque o prazer antes do sucesso, à auto-realização antes do dinheiro, o fazer bem feito antes de pensar em obter qualquer recompensa.
Nenhum reconhecimento externo vai substituir a alegria de poder ser você mesmo.
Para poder recomeçar sempre, perdoe-se pelos fracassos e erros que cometer, aprenda com eles e, a partir deles, programe suas próximas ações.
Nunca se deixe iludir que será possível fazer tudo num dia só ou quando tiver todos os recursos: tal dia nunca virá.
Para se manter motivado, sonhe.

Para realizar, planeje, pensando grande e fazendo pequeno, um pouco a cada dia e todos os dias um pouco, Porque são pequenas gotas d'água que fazem todo o grande oceano.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Obediência.

Certa vez, um Pai disse a seu Filho amado:
- Faz o que eu te peço.E o Filho disse:
- Sim Pai, tudo que pedirdes eu faço. Então, o Filho foi fazer a vontade do Pai, e durante toda sua vida ,ele obedeceu todas as ordens do Pai fielmente.
Até que um dia, o Pai pediu algo impossível, que doeriamuito , um sofrimento inefável, sem igual, por uma causa quase perdida, então o Filho disse :
Se possível Pai, afasta de mim esse cálice, mas, queseja feita a tua vontade, e não a minha"
Então, ele foi Traído, Preso, Açoitado, Humilhado, Cuspido, Julgado e Condenado por crimes que nunca havia cometido.
Ele pegou uma cruz , que deveria ser Minha e Sua, etrilhou o caminho de dores , sendo morto , mesmo inocente, por cada um dos nossos pecados.Apesar de todo o sofrimento, ele fez a vontade do Pai.E por isso, hoje, eu posso contar essa história. Porquealguém, um dia , resolveu enfrentar a cruz e passar por todasas dores conhecidas para vencer no meu lugar, e no seu lugar também.
Olhe agora para a cruz, e pense em tudo que Jesus Cristo fez por você, e o quanto você tem feito por Ele, o quanto Ele lhe amou e ainda ama, e o quanto você o ama.
Pense Não tire os olhos daquela cruz, e pense.
Ele deu a vida por você.
Agora, em gratidão e amor, entregue a sua vida a Ele, e deixe-o guiar seus passos, chame-o para entrar em sua vida e fazer morada, entregue-se, como Ele se entregou por amor a você, deixe-o tomar conta do seu ser, e aprenda com Ele como viver uma Nova Vida.
Autor Desconhecido

O vinho e a água

Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho.
Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita.
A tradição exigia que nessa festa cada morador do vilarejo Trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho, para colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça central. Um dos moradores pensou:
"Porque deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta." Assim pensou e assim fez.
Conforme o costume, em determinado momento, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca para provar aquele vinho, cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país. Contudo, ao abrir a torneira, um absoluto silêncio tomou conta da multidão.
Do barril saiu, Água!"A ausência da minha parte não fará falta." foi o pensamento de cada um dos produtores...Muitas vezes somos conduzidos a pensar "Tantas pessoas existem neste mundo! Se eu não fizer a minha parte, isto não terá importância." e vamos todos beber água em todas as festas, não?
Autor desconhecido

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O verdadeiro amor

Um famoso palestrante começou um Seminário segurando uma nota de 100 dólares.
Numa sala, com 300 pessoas, ele perguntou:
- Quem quer esta nota de 100 dólares?
Mãos começaram a se erguer.
Ele disse:
- Eu darei esta nota a um de vocês, mas, primeiro, deixem-me fazer isto!Então ele amassou a nota e perguntou, outra vez:
- Quem ainda quer esta nota?
As mãos continuaram erguidas.
- Bom, ele disse, e se eu fizer isto?
E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e esfregá-la.Depois pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou:
- E agora? Quem ainda quer esta nota? Todas as mãos permaneceram erguidas.
- Meus amigos, vocês todos devem aprender esta lição:
não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula, porque ela não perde o valor, ela ainda valerá 100 dólares.
Essa situação também se dá conosco.
Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos, por decisões que tomamos e ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos.
E assim, ficamos nos sentindo desvalorizados.
Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá, jamais perderemos o nosso valor ante o Universo.
Quer estejamos sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros.
Nada disso altera a importância que temos.
A nossa valia, o preço de nossas vidas, não são pelo que fazemos ou sabemos, mas pelo que somos!
Autor: Desconhecido

O vendedor de balões

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um.
Ficava imaginando mil coisas...
Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.
Anthony de Mello.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O tolo

Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.
Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas, uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei - respondeu o não tão tolo assim - ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: quem parece idiota, nem sempre é.
Dito em forma de pergunta: quais eram os verdadeiros tolos da história?
Outra conclusão: se você for extremamente ganancioso, acabará por estragar sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante, a meu ver é a percepção de que podemos estar bem mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O tijolo.

Um jovem e bem sucedido executivo dirigia na vizinhança, correndo em seu novo Jaguar.
Observando crianças se lançando entre os carros estacionados, diminuiu um pouco a velocidade, quando achou ter visto algo. Enquanto passava, nenhuma criança apareceu. De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral do Jaguar.Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo.Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:
- Por que você fez isto? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo?
Este é um carro novo e caro, aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro.
Por que você fez isto?
- Por favor senhor me desculpe, eu não sabia mais o que fazer!Implorou o pequeno menino
- Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local.
Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros estacionados.
- É o meu irmão Ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e eu não consigo levantá-lo.
Soluçando, o menino perguntou ao executivo:
- O senhor poderia me ajudar a recoloca-lo em sua cadeira de rodas?
Ele está machucado e é muito pesado para mim.
Movido internamente muito além das palavras, o jovem motorista engolindo nó imenso dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas.
Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.
- Obrigado e que meu Deus possa abençoá-lo A grata criança disse a ele.
O homem então viu o menino se distanciar empurrando o irmão em direção à sua casa.
Foi um longo caminho de volta para o Jaguar.
um longo e lento caminho de volta.
Ele nunca consertou a porta amassada.
Deixou amassada para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter a sua atenção.
Deus sussurra em nossas almas e fala aos nossos corações.
Pense nisso, Deus é bom e está sempre esperando por todos nós.
(Autor desconhecido)

O sorriso.

É o cartão de visita das pessoas saudáveis distribua-o gentilmente.

O diálogo.
É a ponte que liga as duas margens, do eu à do tu, transmita-o bastante.

O amor.
É a melhor música na partitura da vida, sem ele, você será um eterno desafinado.

A bondade.
É a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado, plante estas flores.

A alegria.
É o perfume gratificante, fruto do dever cumprido, esbanje-o, o mundo precisa dele.

A paz da consciência.
É o melhor travesseiro para o sono da tranqüilidade viva a paz consigo mesmo.

A fé.
É a bússola certa para os navios errantes, incertos, buscando as praias da eternidade, utilize-a

A esperançaÉ o vento bom soprando as velas do nosso barco, chame-o para dentro do seu cotidiano.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

O segredo da felicidade.

Há muito tempo, em uma terra muito distante, havia um jovem rapaz, filho de um rico mercador, que buscava obstinadamente o segredo da felicidade.
Já havia viajado por muitos reinos, falado com muitos sábios, sem, no entanto, desvendar tal questão.
Um dia, após longa viagem pelo deserto, chegou a um belo castelo no alto de uma montanha.

Lá vivia um sábio, que o rapaz ansiava conhecer.
Ao entrar em uma sala, viu uma atividade intensa.

Mercadores entravam e saíam, pessoas conversavam pelos cantos, uma pequena orquestra tocava melodias suaves.
De longe ele avistou o sábio, que conversava calmamente com todos os que o buscavam.
O jovem precisou esperar duas horas até chegar sua vez de ser atendido.

O sábio ouviu-o com atenção, mas lhe disse com serenidade que naquele momento não poderia explicar-lhe qual era o segredo da felicidade.
Sugeriu que o rapaz desse um passeio pelo palácio e voltasse dali a duas horas.
Entretanto, quero pedir-lhe um favor.

– completou o sábio, entregando-lhe uma colher de chá, na qual pingou duas gotas de óleo.
Enquanto estiver caminhando, carregue essa colher sem deixar o óleo derramar.
O rapaz pôs-se a subir e a descer as escadarias do palácio, mantendo sempre os olhos fixos na colher.
Ao fim de duas horas, retornou à presença do sábio.
E então?
– perguntou o sábio – você viu as tapeçarias da pérsia que estão na sala de jantar?
Viu o jardim que levou dez anos para ser cultivado?
Reparou nos belos pergaminhos de minha biblioteca?
O rapaz envergonhado, confessou não ter visto nada.
Sua única preocupação havia sido não derramar as gotas de óleo que o sábio lhe havia confiado.
Pois então volte e tente perceber as belezas que adornam minha casa. – disse-lhe o sábio.
Já mais tranqüilo, o rapaz pegou a colher com as duas gotas de óleo e voltou a percorrer o palácio, desta vez reparando em todas as obras de arte.
Viu os jardins, as montanhas ao redor, a delicadeza das flores, atentando a todos os detalhes possíveis.

De volta á presença do sábio, relatou tudo que vira.
E onde estão as duas gotas de óleo que lhe confiei? Perguntou o sábio.
Olhando para a colher, o rapaz percebeu que as havia derramado.Pois este, meu rapaz, é o único conselho que tenho para lhe dar: – disse o sábio o segredo da felicidade está em saber admirar as maravilhas do mundo, sem nunca esquecer as duas gotas de óleo na colher."

O sapo cozido

Se você colocar um sapo numa panela com água fervente, em ebulição, a 100 graus, ele por certo reagirá rapidamente e pulará fora da panela.
Porém, se você colocar o mesmo sapo numa panela com água fria e colocar essa panela no fogo, o sapo não pulará.
Ficará quieto sentindo a água esquentar, esquentar, esquentar até que morrerá cozido”.
Essa pequena estória, contada há muitos anos e tornada famosa nos livros de Peter Senge, nos dá uma enorme lição:

o perigo de não percebermos uma situação perigosa quando ela traz suas graves conseqüências lentamente.
Muitas pessoas e empresas sofrem da síndrome do sapo cozido. Como as situações de mercado, concorrência, problemas de qualidade, etc. não ocorrem de uma hora para outra, essas pessoas e empresas não se apercebem do risco fatal que estão correndo e ficam esperando para ver o que vai acontecer.
Até percebem que o ambiente está "esquentando" porém, não têm a atitude correta de pular logo para outra situação e agir rapidamente para não morrerem cozidos.
A melhor atitude que poderemos ter hoje em dia, numa época de extrema competição e rapidez é procurar perceber as mudanças e mudar.
Temos que desenvolver em nós uma aguçada percepção para sabermos a hora exata de mudar, de criar novas situações, de reinventar o que fazemos. Do contrário, morreremos cozidos.
Nesta semana, por favor, pense nisto.
Não estaremos nós também com a síndrome do sapo cozido.
Estamos prestando toda a atenção ao ambiente de negócios em que vivemos para mudarmos rapidamente?

Temos consciência de que a pior atitude que podemos ter é esperar demais?

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O sapato

Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus.
Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora.
A porta se fechou e o ônibus saiu;
então ficou impossível recuperá-lo.
O homem tranqüilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.
Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou:
- Notei o que o senhor fez.
Por que jogou fora seu outro sapato?
O homem prontamente respondeu:
- De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los.
Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua.
E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato.O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente para possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.
Perdemos coisas o tempo todo.
A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.
Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor.
Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros.
Autor desconhecido.

O sol e o vento

O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte e o vento disse:
- provarei que sou mais forte.
Vê aquele velho que vem lá embaixo com um capote?
Aposto como posso fazer com que ele tire o capote mais depressa do que você.
O sol recolheu-se atrás de uma nuvem e o vento soprou até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava, mais o velho segurava o capote junto a si.
Finalmente o vento se acalmou e desistiu de soprar.
Então o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para o velho imediatamente ele esfregou o rosto e tirou o capote.
O sol disse então ao vento que a gentileza e a amizade eram sempre mais fortes que a fúria e a força.
Autor desconhecido

O Rico senhor

Montado em seu cavalo, um homem brasileiro dirigia-se à cidade como fazia freqüentemente para cuidar de seus negócios.
Nunca prestara atenção aquela casa humilde, quase escondida do desvio da estrada e, naquele dia, experimentou a insistente curiosidade: quem morava alil?
Sedendo ao impulso aproximou-se contornou à residência e sem desmontar do cavalo olhou por uma janela aberta e viu uma garotinha de aproximadamente 10 anos, ajoelhada, mãos postas, olhos lacrimejantes.
Perguntou então o nobre senhor.
– Que fazes você, aí minha filha?
– Estou orando à DEUS pedindo socorro, Meu pai morreu, minha mãe está muito doente e meus quatro irmãos tem fome.
– Que bobagem! O céu não ajuda ninguém, está muito distante. Temos que nos virar sozinhos.
Embora irreverente e um tanto rude, era um homem de bom coração.
Compadendo-se, tirou do bolso uma boa soma de dinheiro e entregou à menina.
– Aí está. Vá comprar comida para os irmãos e remédio para a mamãe e esqueça a oração.
Isto feito, retornou à estrada.
Antes de completar 200 metros, decidiu verificar se sua orientação estava sendo observada, mas para a sua surpresa, a pequena devota continuava de joelhos.
– Ora essa, menina.
Porque não vai fazer o que recomendei?
Não lhe expliquei que não adianta pedir.
Então a menina feliz respondeu:
– Já não estou mais pedindo.
Estou apenas agradecendo.
Pedi à Deus ajuda e ele enviou o senhor.

O remédio.

João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior.
Era um homem bastante inteligente mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa alem do seu mundo material.
Um certo dia, estava ele fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse remédio logo iria morrer.
Muito nervoso, e após a insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia pra pegar o remédio.
Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio mesmo no escuro e entregando à criança que agradeceu e saiu dali ás pressas.
Minutos depois percebeu que havia entregue o remédio errado pra criança e que se sua mãe o tomasse teria morte instantânea. Desesperado tentou alcançar a criança mas não teve êxito.
Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existia um Deus, que não o deixasse passar por assassino.
De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao virar deparou-se com a criança a dizer:
- Senhor, por favor não brigue comigo, mas é que cai e quebrei o vidro de remédio, dá pro senhor me dar outro?
Sabe, Ele está sempre nos ajudando, nós é que não percebemos isso.
Lembre-se: a mão Dele vai sempre estar sobre nossas cabeças.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

O relógio.

O colégio onde eu estudava quando menina, costumava encerrar o ano letivo com um espetáculo teatral.
Eu adorava aquilo, porém nunca fora convidada para participar, o que me trazia uma secreta magôo.
Quando fiz onze anos avisaram-me que, finalmente iria ter um
papel para representar. Fiquei felicíssima, mas esse estado de espírito durou pouco.
Escolheram uma colega minha para o desempenho principal.
A mim coube uma ponta de pouco importância.
Minha decepção foi imensa.
Voltei para casa em prantos.
Mamãe quis saber o que se passava e ouviu toda a minha história entre lágrimas e soluços.
Sem nada dizer ela foi buscar o bonito relógio de bolso de papai e colocou-o em minhas mãos, dizendo:
- o que é isso que você está vendo?
- um relógio de ouro com mostrador e ponteiros.
Em seguida mamãe abriu a parte traseira do relógio e repetiu a pergunta:
- o que você está vendo?
- ora mãe, aí dentro parece haver centenas de rodinhas e parafusos.
Mamãe me surpreendia, pois aquilo nada tinha a ver com o motivo do meu aborrecimento.
Entretanto ela prosseguiu:
- Este relógio tão necessário ao seu pai e tão bonito seria absolutamente inútil se nele faltasse qualquer parte, mesmo a mais insignificante das rodinhas ou o menor dos parafusos.
Nós nos entre fitamos e no seu olhar calmo e amoroso, eu compreendi que sem que ela precisasse dizer mais nada.
Essa pequena lição tem me ajudado muito a ser mais feliz na vida, aprendi com a máquina daquele relógio quão essenciais são mesmo os deveres mais ingratos e difíceis, que nos cabem a todos.
Não importa que sejamos o mais ínfimo parafuso ou a mais ignorada rodinha, desde que o trabalho, em conjunto, seja para o bem de todos.
E percebi também que se o esforço tiver êxito o que menos importa são os aplausos exteriores.
O que vale mesmo é a paz de espírito do dever cumprido.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O real e o irreal.

Um discípulo esta muito preocupado com o estudo de livros sobre a doutrina Vedanta O mestre disse-lhe.
- meu filho, noto que te engolfaste profundamente na exploração dos mistérios da vedanta.
Assim, sabes que Brahma é real e o mundo irreal.
Não é este o único ensinamento que forma o conteúdo de todos os livros vedânticos? Ou existe algo mais?
O jovem discípulo admitiu que isso era tudo.
E ficou admirado com as palavras do mestre e pensou que, se alguém tiver a convicção no significado dessas palavras, poderá compreender tudo o que encerra o vedanta.
Mas o mestre prosseguiu:
- ouvir, refletir e meditar sobre este ensinamento, eis a seqüência, primeiro, ouvir esta verdade; depois, refletir sobre ela, o que pode ser firmemente estabelecido pelo raciocínio; e finalmente meditar sobre o assunto, isto é afastar a mente do mundo relativo e concentrá-la em Brahma, o real.
Mas se a verdade é ouvida e compreendida intelectualmente e não se faz nenhum esforço para renunciar o irreal, de que serve esse conhecimento?

O que se pode fazer para mudar o mundo

Comece mudando a si mesmo.
Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo Cuide da Saúde do Planeta.
Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais ou desmate as árvores.
Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e conseqüências de sua exploração.
Seja responsável:
não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo.
Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres.
Acredite em um mundo melhor.
Coragem, Honestidade, Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua Honra e Caráter.
Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo.
Tenha Humildade, faça o Bem, trabalhe.
Não tenha medo de errar, com humildade se aprende, fazer o bem atrairá o bem para você mesmo e trabalhando valorizarás o suor de teu esforço para alcançar seus objetivos.
Busque a Verdade, a Perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida.
Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela Justiça, Paz e Amor.
Um mundo justo é pacífico, e onde há paz pode-se estar preparado para viver um grande Amor.
autor desconhecido

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O que é o amor.

Numa sala de aula, havia várias crianças.
Quando uma delas perguntou à professora : Professora, o que é o amor ?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta
Inteligente que fizera.
Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse :
Quero que cada um mostre o que trouxe.
A primeira disse:
eu trouxe esta flor, não é linda?
A segunda disse:
eu trouxe esta borboleta Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.A terceira criança completou :
Eu trouxe este filhote de passarinho.
Ele havia caído do ninho junto com outro irmão.
Não é uma gracinha ?
E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo.
Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.
A professora se dirigiu a ela e perguntou:
Meu bem, por que você nada trouxe ?
E a criança timidamente respondeu:
Desculpe, professora.
Vi a flor e senti o seu perfume.
Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo.
Vi também a borboleta, leve, colorida.
Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.
Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.
Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho.
Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração
Autor desconhecido

O que é a vida?

A vida é uma oportunidade, use
A vida é beleza, admire
A vida é prazer. Goze
A vida é sonho. Concretize
A vida é desafio, aceite
A vida é dever, cumpra.
A vida é viagem. Finalize
A vida é um jogo. Jogue
A vida é cara. Valorize
A vida é riqueza. Proteja.
A vida é amor. Prove.
A vida é um mistério. Desvenda
A vida é uma promessa. Cobre.
A vida é sofrimento. Domine
A vida é uma canção. Cante
A vida é luta. Enfrente.
A vida é uma tragédia. Contenha.
A vida é uma aventura. Ouse
A vida é viver. Viva.
A vida é felicidade. Crie
Por favor não a desperdice, ela é valiosa.



Madre Tereza de calcutá

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O quadro.

Um homem havia pintado um lindo quadro. No dia de apresentá-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo.
Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor era muito famoso e um grande artista.
Chegado o momento, tirou-se o pano que cobria o quadro, houve caloroso aplauso
Era uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa. O cristo parecia vivo.
Com o ouvido junto à porta, ele parecia querer ouvir se lá dentro tinha alguém.
Houve discurso e elogios.
Todos se admiravam aquela obra de arte.
Um observador curioso porém, achou uma falha no quadro:
A porta não tinha fechadura.
E foi perguntar ao artista:
- sua porta não tem fechadura, como se fará para abri-la?
- é assim mesmo – respondeu o pintor
– esta é a porta do coração humano, só se abre pelo lado de dentro.
Paginas da web

O prego e a cerca.

Era uma vez um menino que tinha um mal temperamento.
O pai deu-lhe um saco de pregos e disse a ele que cada vez que perdesse a calma, ele deveria pregar um prego na cerca.
No primeiro dia, o menino pregou 17.
Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar o seu temperamento, o número diminuiu consideravelmente.
Ele descobriu que era mais fácil se segurar do que pregar aqueles pregos na cerca.
Finalmente, chegou o dia em que o menino não perdeu a calma nenhum momento.
Ele então falou ao seu pai sobre isso e o pai sugeriu que o menino
tirasse da cerca um prego por dia se ele não perdesse a calma.
Os dias passaram e o menino, então, estava finalmente pronto para dizer ao pai que tinha retirado todos os pregos da cerca.
O pai, então o pegou pela mão e foram até a cerca onde lhe disse:
" você fez muito bem meu filho, mas veja só os buracos que restaram na cerca.A cerca nunca mais será a mesma!
Quando você fala algumas coisas com raiva, elas deixam cicatrizes como estás aqui.
Você pode enfiar uma faca em alguém e retirá-la.
Não importa quantas vezes você peça desculpas, a ferida ainda está lá.
Um ferimento verbal é a mesma coisa que um físico, embora as palavras possam cair no esquecimento, as marcas deixadas pelo significado são para sempre.

O preço do amor

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito.
Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu:
- Cortar a grama do jardim: R$3,00 - por limpar meu quarto esta semana R$ 1,00
- Por ir ao supermercado em seu lugar R$2,00
- Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia àscompras R$2,00 - Por tirar o lixo toda semana R$1,00 - Por ter um boletim com boas notas R$5,00 - Por limpar e varrer o quintal R$2,00
- total da dívida R$ 16,00
A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa. Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu:
- Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida - NADA
- Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti - NADA
- Pelos problemas e pelos prantos que me causastes - NADA
- Pelo medo e pelas preocupações que me esperam -NADA
- Por comidas, roupas e brinquedos - NADA
- Por limpar-te o nariz - NADA
- CUSTO TOTAL DE MEU AMOR - NADA
Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas.
Olhou nos olhos da mãe e disse: "Eu te amo, mamãe!" Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme: "TOTALMENTE PAGO".
Assim somos nós adultos, como crianças, querendo recompensa por boas ações que fazemos.
É difícil entender que a melhor recompensa é o AMOR que vem de Deus.
E para nossa sorte é GRATIS.
Basta querermos recebê-lo em nossas vidas!
Que DEUS, abençoe todos vocês no dia de hoje (e sempre), e não devemos esquecer do AMOR universal que nos é cedido pelo PAI !
Autor desconhecido

O pote rachado

Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessado em seu pescoço.
Um dos potes tinha uma rachadura.
Enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe, o outro chegava apenas com a metade da água.
Foi assim por dois anos, diariamente:
o carregador entregando um pote e meio de água na casa do chefe.
Claro que o pote estava orgulhoso de suas realizações.
Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas metade do que ele havia designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem, um dia a beira do poço:
Estou envergonhado e quero pedir-lhe desculpas.
Por que? perguntou o homem - De que você esta envergonhado? Nestes dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade de minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor.
Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho e não ganha o salário completo dos seus esforços.
Disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão, falou:
quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, a medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou as flores selvagens ao longo do caminho, e isto lhe deu certo ânimo.
Mas ao final da estrada, o pote rachado ainda se sentia mal porque tinha a metade e de novo, pediu desculpas ao homem por sua falha.
Disse, então, o homem ao pote:
Você notou que pelo caminho só havia flores do seu lado?
eu, ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele e lancei sementes de flores no seu caminho.
E cada dia, enquanto voltavamos do poço, você as regava.Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor.
Sem você ser do jeito que é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça a sua casa.
Cada um de nós temos os nossos "defeitos", todos nós somos potes rachados.
Porém se permitirmos, podemos usar estes nossos defeitos para embelezar as nossas vidas.
Nunca devemos ter medo dos nossos defeitos.
Se os reconhecermos, eles poderão causar beleza.
Das nossas fraquezas podemos tirar forças.
Lembre-se sempre:
inútil é aquele que jamais tentou
Desconheço o autor

O porco e o cavalo

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim ele procurou-o para comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, ele chamou o veterinário.
- bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar estes medicamentos durante três dias, no terceiro dia retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo.
Neste memento, o porco escutava toda conversa.
No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
- força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado
No segundo dia deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou de novo:
- vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer, vamos lá eu te ajudo a levantar.
No terceiro dia o veterinário disse:
- infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem, vamos devagar, ótimo, vamos, um. Dois. três. Legal, agora, fantástico. Você venceu campeão!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo gritou:
- milagre, o cavalo melhorou, isso merece uma festa. Vamos matar o porco.

É valor a quem merece que esquecemos.

Mas não vamos esmorecer. Lembre-se sempre:
Um amador sozinho, que não entendia nada de carpintaria, construiu a uma arca que ficou no mínimo quarenta dias e quarenta noites flutuando diante de um temporal diluviano.
Profissionais gabaritados construíram com todas as técnicas o Titanic.
Autor desconhecido

sábado, 1 de novembro de 2008

O poder do encontro

Era uma vez uma borboleta que se encontra com uma lagarta.
A borboleta colorida, voava entre as flores.
A lagarta se arrastava no chão.
A borboleta pergunta:
porque tanta diferença entre nós duas?
A lagarta escuta e responde: não há diferença.
Eu vou me tornar você.
Surpresa, a borboleta responde categórica:
não, não é possível, sou livre bonita, colorida, danço entre as flores, danço a dança da vida. A lagarta, então pondera:
cumpro meu destino, sei que há um caminho a percorrer, um encontro que se aproxima.
o que é encontro?
Encontro significa descobrir.
Encontrar é prazer de mudar, de sentir cada minuto da minha transformação.
O nascer para uma nova vida implica romper algo, de desbravar o desconhecido, de mergulhar no mar de mistério.
Como você pode estar tão certa assim?
Indaga a borboletaCerteza não há, sim esperança.
A esperança se renova em cada passo que dou.
Arrasto-me no chão, sinto a firmeza do chão.
O cheiro da terra, a aspereza do galho da goiabeira, o calor do sol, a brisa do vento, a delicadeza do orvalho pela manhã.
Nada me faz recuar.
O medo às vezes invade a minha alma.
A borboleta que se achava apenas filha do vento, da chuva e do silêncio do jardim, olha em torno de si e, pela primeira vez, sente uma vaga lembrança do cheiro da terra, do falho da goiabeira, da poça de água no chão.
A lagarta a observa e confia, sabe que o caminho será longo, cheio de obstáculo, mas aguarda o encontro, o seu renascer.
Autor desconhecido

O PODER DO SORRISO

Um sorriso não custa nada, mas cria muitas coisas.
Dura só um momento, mas sua lembrança perdura pela vida a fora.
Não se pode comprá-lo, mendigá-lo, pedi-lo emprestado ou roubá-lo.
Não tem utilidade enquanto não é dado.
E por isso se no seu caminho encontrares uma pessoapor demais cansados para lhe dar um sorriso, deixa-lhe o seu,pois ninguém precisa tanto de um sorriso quantoaquele que não tem mais um a oferecer.
Seu sorriso será tão precioso para esta pessoaque no momento que ela receber ela sentirar a magiada felicidade incendiar o seu viver, e ela de gratidãolhe retornarar um belo e meigo sorriso.
Por isso minha querida amiga, conserve este brilhode alegria em seu rosto, pois mesmo que você nãoperceba através do seu sorriso, você transmite paraas pessoas que caminham ao seu lado forças, alegrias e coragem
RINALDO DE OLIVEIRA