terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Pé grande, coração maior

Era um dia muito quente.
Todos procuravam algum tipo de refrigério, logo, uma sorveteria parecia ser uma boa opção.
Uma menininha entrou na loja segurando firme seu dinheiro.
Antes que ela dissesse uma palavra, o dono, bravo, disse que ela saísse e lesse a placa na porta, e que ficasse lá fora até calçar um sapato.
Ela saiu vagarosamente.
Um homem grande a seguiu para fora da loja.
Ele a viu ficar na frente da porta e ler a placa :
Não entrar descalço.
As lágrimas começaram a rolar pelas suas bochechas.
Então, o homem a chamou.
Eles sentaram na calçada, ele tirou seus sapatos tamanho 45, e os colocou em frente da menininha dizendo, "Aqui, você não vai conseguir andar com eles, mas se você os arrastar até lá dentro poderá pegar o seu sorvete.
"Ele levantou a menininha e a calçou.
"Não precisa se apressar," ele disse,"eu fico cansado de ficar arrastando os pés dentro dos sapatos, e será bom ficar sentado aqui comendo meu sorvete."
Era impossível não perceber o brilho nos olhos da menininha à medida que ela arrastava os pés até o balcão para fazer seu pedido.
O homem era grande.
Barriga grande, sapatos grandes, mas acima de tudo tinha um grande coração.
Sensibilidade ás necessidades do próximo abençoa.
Autor desconhecido

Paz perfeita

Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura a paz perfeita.
Foram muitos os artistas que tentaram.
O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam umas plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas.
Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação.Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceirocom faíscas e trovões.
Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água.
Tudo isto se revelava nada pacífico.
Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha.
Neste arbusto encontrava-se um ninho.
Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho...
Paz perfeita!
O rei escolheu a segunda e explicou:
"Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor."
"Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso,permanecemos calmos no nosso coração.
" Este é o verdadeiro significado da paz.
Autor Desconhecido

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Parábola de um rei.

Certa vez, um rei, mandou seus soldados colocarem um convite em praça pública para todos moradores do seu reino e dos reinos vizinhos, e quem quisesse, comparecer a uma festa incrível, que seria dada no castelo.
O povo se alegrou e correram pra se preparar para a festa. Um mendigo que morava na tal cidade, ficou muito feliz, pois há muito tempo não comia decentemente, mas ao se aproximar do cartaz com o convite, seu semblante foi aos poucos se transformando em raiva.
Onde já se viu!
Gritava ele, esse rei é um patife, esbravejou.
No final do convite, tinha uns dizeres que diziam: é obrigatório o uso de vestimentas especiais.
O mendigo ficou extremamente irritado onde iria conseguir tais roupas?
E resolveu falar com o rei.
Logicamente os guardas do palácio barraram sua entrada; e ele da porta do castelo gritava a pleno pulmões:
Eu quero falar com o rei eu tenho direito, o rei é um homem que fala pelos dois cantos da boca, e tanto incomodou e tanto incomodou que os guardas sabendo que seu rei era muitíssimo sábio e bondoso resolveram falar com o rei que prontamente mandou que o mendigo entrasse.
Depois que o mendigo apresentou suas razões o rei concordou com ele e disse:
O que me pedes é muito justo, roupas limpas, e chamou seu filho, que prontamente atendeu o pai:
Pois não meu pai.
Leve esse homem ao quarto real e lhe roupas novas!
Sim meu pai.

O mendigo o acompanhou pelo castelo e sua boca estava escancarada!
Quanta beleza, quanta riqueza!
Chegando ao quarto real, ele era tão grande tão grande que seria capaz de se perder dentro dele de tantas roupas, uma mais linda do que a outra que o mendigo não soube escolher nenhuma, precisando que o filho do rei escolhesse uma para ele, e escolheu uma que era lindíssima.
Ao vestir-se o mendigo pegou sua trouxa de roupas sujas e rasgadas e colocou debaixo do braço e saiu.
O filho do rei lhe disse: porque você não joga esses trapos fora?
O mendigo respondeu:
ah não! deixa assim pois quando essas roupas novas se gastarem eu posso muito bem precisar desses meus trapinhos e vou guardá-los, e saiu.
Durante a festa o mendigo, permaneceu com sua trouxa de roupas debaixo do braço e não podia se servir, nem comer direito, pois a trouxa o atrapalhava e com uma só mão era difícil de virar, ficou tão irado, que saiu dando pontapés em tudo que tinha pela frente e sem aproveitar da festa saiu sem comer nada, sem dançar, sem participar, por causa das roupas velhas que ele não desgrudava.

Ao sair do castelo, tropeçou na trouxa de trapos e caiu do alto da escada.
Uma grande multidão se pôs a sua volta todos horrorizados com o ocorrido e isso chegou ate os ouvidos do rei, que se aproximou, olhou e chorou:
Não precisava ser assim ele disse.
não precisava, as roupas que eu mandei te dar, eram as mais especiais, jamais se gostariam.

O senhor, tem nos dado, nova vestes, vestes que não se acabam, vestes santas.
Você tem conseguido largar a sua trouxa de roupas velhas?
Se ainda não largou, largue e comece a usar as roupas novas que o senhor te dar.
Ser referencia do autor.

Para refletir.

A intenção de ser especial, diferente, em qualquer plano, em qualquer meio, está sempre sujeita a comparação. A diferença tem que existir para que tu te tornes especial e, aos olhos de Deus, somos iguais, somos um.
Quer-se ser diferente do outro e daquilo que realmente és, tens que estar remando em direção contrária a tua verdadeira natureza.
Como podes conhecer a verdade quando longe de ti mesmo?Reconhecer o outro como o teu igual é o grande propósito do espírito, a tua missão.
O Criador te reconhece pelo que és e não pelo que crias.
Sê fiel ao que te fala o coração.
Neste lugar, a verdade está esperando para receber a ti em bênção silenciosa.
Deixa todos os teus conflitos, tuas ilusões, tuas crenças fora deste lugar ao qual vieste para conhecer a luz que ilumina o que realmente és.
Estar em harmonia com a tua essência, a qual foi criada, amorosa e iluminadaapenas para fluir em ti, é despertar para a vida onde tu emerges da ilusão do que pensas que és para a aceitação de ti mesmo como Deus te criou.
E tua beleza neste plano é rara, é única.
Pois a paz e a alegria de Deus são presentes, fluindo através de ti mansa e silenciosamente.
Autor Desconhecido

Deus disse tudo é possível:

Você diz: "Isso é impossível" Deus diz: "Tudo é possível"
Você diz: "Eu já estou cansado" Deus diz: "Eu te darei o repouso
Você diz: "Ninguém me ama de verdade" Deus diz: "Eu te amo"
Você diz: "Não tenho condições" Deus diz: "Minha graça é suficiente"
Você diz: "Não vejo saída" Deus diz: "Eu guiarei teus passos"
Você diz: "Eu não posso fazer" Deus diz: "Você pode fazer tudo”
Você diz: "Estou angustiado" Deus diz: "Eu te livrarei da angústia”
Você diz: "Não vale a pena" Deus diz: "Tudo vale a pena"
Você diz: "Eu não mereço perdão" Deus diz: "Eu te perdôo”
Você diz: "Não vou conseguir" Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades”
Você diz: "Estou com medo". Deus diz: "Eu não te dei um espírito de medo”
Você diz: "Estou sempre frustrado e preocupado" Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupações”
Você diz: "Eu não tenho talento suficiente" Deus diz: "Eu te dou sabedoria"
Você diz: "Não tenho fé" Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fé” Você diz: "Eu me sinto só e desamparado" Deus diz:
"Eu nunca te deixarei nem desampararei”

Par perfeito

Era uma vez um anjinho muito distraído chamado AMOREL, que recebeu uma incumbência de Deus:
- AMOREL, acabo de inventar os humanos.
Eles estão classificados como homem e mulher, cada um tem seu par e já estão todos alinhados de par em par.
Pegue esta bandeja de humanos e leve para que eles habitem a Terra.
AMOREL ficou contente pois, há muito tempo, o Senhor não o chamava para tão nobre trabalho.
O anjinho pegou a bandeja e ao virar uma esquina lá no céu, trombou com uma anjinha chamada AMANDA.
A bandeja voou longe, e todos os casais de humanos se misturaram.
AMOREL e AMANDA ficaram desesperados e foram contar para Deus o ocorrido e o Senhor falou:
- Vocês derrubaram, vocês juntarão!
Porém, parece que Deus se esqueceu que os anjinhos eram distraídos.
E é por isso que a cada dia os casais se juntam e se separam.
Os dois anjinhos, trabalham incessantemente para que os casais originais se encontrem.
O trabalho é muito difícil, tanto é, que por muitas vezes eles juntam casais errados, pois os humanos espalhados ficam inquietos e cobram o serviço dos anjinhos, o tempo todo.
Quando os humanos se mostram muito desesperados, os anjinhos unem dois desesperados, mas logo depois percebem o engano e os separaram, e por muitas vezes, esta separação é brusca, pois não se tem tempo a perder.
Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou mandar pra você agora.
Se você é um humano, queremos pedir desculpas pela nossa distração, pois errar não é só humano!
Estamos trabalhando com empenho, porém, sempre contando com a ajuda de vocês.
Não se desesperem mas também, não se isolem.
Tentem se mostrar realmente, quem é cada um de vocês, pois a medida que cada um mostrar o que é de verdade, vai tornar o nosso trabalho mais fácil.
Aproveitamos a oportunidade, para nos desculpar pelas separações abruptas, sabemos que elas geram muito transtorno, mas se nós o separamos de alguém, é por que em algum canto vimos alguém bem mais parecido e por isso precisamos isolá-los para facilitar o encontro.
Autor desconhecido

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Pai

Tenho dois pais, pai do céu e o pai da terra.
Só que um é pai do mundo, o outro é meu pai.
Um é santo, outro humano.
Há um que louvo e dou graças, o outro que abraço e beijo.
A um devo o sol que ilumina o meu caminho.
A outro devo meu o meu estudo.
Um fez o ar que respiro, o outro me ensinou a caminhar.
Um eu vejo, outro eu sinto.
Sou criança, guiada por emoções.
Pai que ama e erra pai que ama e perdoa pai que luta e constrói pai que é paz e sabedoria.
Sou uma pequena criatura.
Pai que está dentro de mim, pai que ao meu lado está.
Sou vida.
Um me fez viva, outro me criou.
Pai que me guia, pai que me guarda.
Pai que trabalha se cansa e de mim cuida, pai que cuida de mim e do mundo nunca se cansa.
O bom dia do pai é a luz do sol, o bom dia do meu pai é a janela aberta para o sol entrar. Sou criança aprendendo a amar.
Meu pai chora se me vê magoado.
O pai chove e limpa minhas mágoas.
Meu pai é de carne e osso.
O pai é de luz e poder, um nasceu outro faz nascer.
Um me segura pela mão, outro me tem entre elas.
Dentro de mim vivem os dois, eu bem sei que pai é único, e um só dentro do outro.
Um é criatura de Deus e outro, Deus criador.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Páginas da vida!

As páginas da vida são cheias de surpresas...
Há capítulos de alegrias, mas também de tristezas,
Há mistérios e fantasias, sofrimentos e descobertas.
Grandes amores e também decepções.
Por isso não rasgue páginas e nem pule capítulos,
Não se apresse em descobrir os mistérios,
Não perca a esperança, pois muitos são os finais felizes.
E nunca se esqueça do principal:

Jesus é o autor de nossas vidas!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Paciência

Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a senhora que parece uma "lady", solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais", e o bem comportado executivo, "o cavalheiro", se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda tumultuar.
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça", aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta o teatro nem pensar, até o passeio viraram novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela Internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos. Pobre de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para a espiritualidade, a paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém que você saiba que é "ansioso demais", onde ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você?
Aonde quer chegar?
Está correndo tanto para que?
Por quem?
Seu coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
“O mundo está apenas na sua primeira volta e com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência”.
autor desconhecido

Ouvindo a voz de Deus

Nesta vida precisamos de direção certa. Sim, porque há várias encruzilhadas à nossa frente.
Agir precipitadamente é realmente perigoso, quer seja na área sentimental, profissional ou religiosa.
Existe então a necessidade de parar e atentamente seguir na direção certa.
Para que isto aconteça, precisamos examinar as Escrituras Sagradas e procurar com zelo "Ouvir a voz de Deus", que tem interesse de guiar nossa vida em direção à vitória.
Busque então uma vida com propósito, abundante e repleta de significado.
Esteja portanto a cada dia, receptivo à verdadeira mensagem de Deus, pois esta atitude influenciará de modo positivo a sua vida.
Só vivendo com prudência e sabedoria é possível descobrir verdadeira alegria, propósito na vida e segurança.
desconheço o autor

Os três blocos de Pedra

Uma lenda Australiana conta a história de um feiticeiro que passeava com suas três irmãs, quando se aproximou o mais famoso guerreiro da região।
- Quero casar-me com uma destas belas moças.
- Se uma delas casa, as outras vão se achar feias, estou procurando uma tribo onde os guerreiras possam ter três mulheres - respondeu o feiticeiro, afastando-se.
E durante anos, caminhou pelo continente Australiano, sem conseguir encontrar esta tribo.
- Pelo menos uma de nós podia ser feliz
– disse uma das irmãs, quando já estavam velhas e cansadas de tanto andar.
- Eu estava errado - respondeu o feiticeiro – mas agora é tarde
E transformou as três irmãs em bloco de pedra.
Quem visitar o Parque Nacional das montanhas azuis, ao lado de Sydney, poderá vê-las
- e entender que a felicidade de um não significa a tristeza de outro.
Paulo Coelho